


O último final de semana do Aberto do Brasil, na Costa do Sauípe, trouxe celebridades do mundo das artes e do esporte para a Bahia. Mesmo fora das quadras e sem ver uma partida sequer, alguns se destacaram por shows e palestras.
O técnico da seleção masculina de vôlei, Bernardinho [foto acima, crédito Bruna Callegari/Fotojump/Divulgação], teve uma passagem curta. Chegou na quinta à noite, deu palestra para convidados do banco patrocinador do evento na sexta pela manhã e logo em seguida pegou um vôo para treinar o time do Rexona, que joga neste domingo contra o Pinheiros.
Os ex-jogadores de vôlei Maurício e Paulão acompanharam o treinador no evento em um hotel. Enquanto estes ouviam as palavras de Bernardinho, as quartas-de-final rolavam na quadra central.
As noites têm sido animadas também. No bar da vila da Costa do Sauípe, Fagner e Guga são figuras fáceis. Para um público mais privilegiado, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes fizeram um show na quinta.
A festa de despedida das quadras no Aberto do Brasil teve mais um episódio nesta sexta à noite. Em uma tenda montada ao lado de fora da quadra central, Gustavo Kuerten foi homenageado com um vídeo em que seus amigos de circuito, sua mãe Alice e seu irmão Rafael gravaram depoimentos de apoio ao quase ex-tenista.
André Sá, Marcos Daniel e Marcelo Melo também estavam presentes na comemoração e entregaram a Guga uma bola com a assinatura de diversos tenistas. Emocionado novamente, Guga agradeceu e disse que “a vida é maior que tudo isso”, ao se referir ao circuito. E mostrou serenidade no futuro. “Estou super tranqüilo. Ia terminar o tênis uma hora para mim. Com ou sem contusão”.
Feito os discursos, ele, o cantor Fagner e Marcelo Melo, que neste sábado disputa a final de duplas na Costa do Sauípe, cantaram a música “Noturno”, ensaiada antes e cantada com a ajuda de uma cola. A gritaria foi tanta que Paulo Pereira, supervisor da ATP no torneio, pediu que a música fosse suspensa para que não atrapalhasse o jogo de Carlos Moyá e Oscar Hernandez pelas quartas-de-final.
Guga explicou que a música começou a ser "ensaiada" pelos tenistas durante o Aberto dos EUA do ano passado. "No US Open do ano passado, o Marcelo Melo levou um amigo que cantava essa música direto. Até o pessoal do circuito conhece porque a gente entrava no vestiário cantando."
Confira no vídeo acima o desempenho dos tenistas cantores e dê uma nota.

Um dos principais atrativos do Aberto do Brasil até o momento, o duelo entre as duplas brasileiras André Sá/Marcelo Melo contrra Marcos Daniel/Thomaz Bellucci por uma vaga na final foi excluída da quadra central da Costa do Sauípe.
Fora os jogos de Guga, a partida desta sexta teve uma das maiores movimentações até agora no torneio. A organização, que havia colocado todos as partidas da dupla Melo/Sá na quadra central, deixou-os de fora da principal arena por causa dos italianos Fabio Fognini e Filippo Volandri.
Estes estão na disputa tanto na chave de simples quanto na de duplas. Em simples, os dois jogam as quartas-de-final. Nas duplas, a semifinal. Para terem tempo hábil de descanso, os seus jogos tiveram que ser agendados em seguida na quadra central.
Na quadra 1, os duplistas brasileiros viram a torcida lotar as arquibancadas. O público, que não paga ingresso nesta quadra, teve que se adaptar à pequena estrutura e cansou de ouvir o juiz de cadeira pedir para todos se sentarem.

Crédito: Folha Imagem/Divulgação
Considerado um dos melhores atletas do basquetebol brasileiro, o ala Oscar Schmidt completa 50 anos neste sábado. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) não se esqueceu da data, publicando em seu site oficial um texto de homenagem ao ex-atleta pelo seu aniversário.
Mas aí o internauta pergunta: o que tem de errado nisso? Em princípio, nada. O problema é que a confederação é presidida por Gerasime Bosikis, o Grego, grande rival de Oscar na época em que o ala ocupava a função de dirigente no basquetebol nacional.
Na época, Oscar se aliou a Paula e Hortência para criar a Nossa Liga de basquete, liga que, enquanto existiu, sempre atuou de forma "pirata", pois nunca foi reconhecida como oficial pela CBB. Sem o apoio dos principais clubes, a Nossa Liga foi extinta.
E agora, na véspera do aniversário de Oscar, a CBB resolve homenageá-lo em seu site. Será uma prova de que os dois irão se reconciliar?
A construtora que quer erguer o estádio do Corinthians terá de desembolsar R$ 35 milhões para comprar o terreno de 50 mil metros quadrados, que fica localizado à Marginal Tietê, perto do Parque São Jorge.
A informação foi passada ao UOL Esporte pela corretora que há três anos tenta vender o terreno e, até o momento, não recebeu nenhuma oferta.
“Ficamos sabendo disso pela imprensa”, disse Vânia Ortiz, funcionaria da corretora, que, nesta sexta-feira, recebeu um número maior de telefonemas de interessados em saber detalhes do terreno que pode abrigar o tão sonhado estádio do Corinthians.
“Não sei muitos detalhes. Quem cuida disso é o Amauri, mas ele está fora hoje. Aqui no meu controle só diz que o preço é R$ 35 milhões”, afirmou.
A reportagem apurou, no entanto, que o terreno pertence ao dono de uma metalurgia, chamado Gilmar Tenório Rocha Filho, que herdou o local do pai, morto na queda do avião da TAM, em 17 de julho do ano passado, ao não conseguir descer em Congonhas.

Guillermo Coria chegou ao Sauípe completamente desacreditado. Depois da derrota em Viña del Mar no final de janeiro, o próprio pai do ex-número 3 do mundo afirmou que seria melhor para o filho largar do tênis.
Com zero pontos no ranking, ele arriscou vir ao Brasil. Entrou na chave principal e conseguiu uma vitória histórica. A primeira depois de 19 meses sem vencer no circuito da ATP. Na conversa com a imprensa, o argentino não se continha de felicidade.
Na segunda rodada, a apatia voltou ao seu rosto, ele perdeu e saiu de quadra novamente com a cara fechada e desanimado. A maior mostra do seu descontrole emocional atual foi quando questionado se deveria disputar o Torneio de Buenos Aires, no seu país. Com sinceridade, ele explicou o grau da sua baixa auto-estima.
“Não acho que vou jogar. Tenho medo de jogar em Buenos Aires assim, na frente da minha torcida, me chatear e voltar a ficar naquele estado de novo”, disse o argentino na sua despedida da Bahia. O estado, que se refere, é a falta de confiança que ele demonstrou desde quando parou de jogar e não voltou a ser um dos maiores jogadores do saibro dos últimos anos.
O nome do tão sonhado estádio do Corinthians vai causar polêmica. Nesta sexta, ao falar do projeto, o presidente Andres Sanchez afirmou que vai vender o nome, assim como outros clubes fizeram.


Campeão mundial de maratona em Osaka-2007, o queniano Luke Kibet (em foto da AP) escapou novamente da morte em seu país. Ele e outros quatro atletas estavam em uma estrada perto da cidade de Naivasha, na quarta-feira, quando foram parados por uma gangue, que acusou os corredores de terem matado uma ovelha na rodovia.
“Quando se deram conta de quem éramos, eles pediram reforços e ameaçaram atear fogo no nosso carro”, disse Kibet ao jornal Daily Nation. O jornal acrescentou que os atletas só puderam fugir quando Kibet sacou uma pistola.
Em janeiro, janeiro Kibet quase foi vítima de um atentado que atingiu Eldoret, sua cidade natal.
O Quênia vive um clima de violência desde a contestada reeleição do presidente Mwai Kibaki, no final de 2007. Milhares de pessoas, incluindo Lucas Sang, finalista do revezamento 4 x 400 m na Olimpíada de Seul e o maratonista Wesley Ngetich foram mortos em confrontos.
Fisioterapeuta que começou a trabalhar com Ronaldo em 1996, quando o jogador foi submetido a uma primeira cirurgia no joelho, Nilton Petrone, o Filé, não quis falar sobre o novo drama do atacante do Milan.
Hoje profissional do Palmeiras - membro da comissão técnica de Vanderlei Luxemburgo -, Filé argumentou que não tem contato com Ronaldo há quatro anos, e por isso acha antiético falar sobre essa nova contusão.
Desde quarta-feira, quando o Fenômeno se machucou, o celular de Filé encontra-se desligado, porque toda a imprensa, não só a brasileira, deve estar atrás do fisioterapeuta. Ele é mundialmene conhecido por ter recuperado o atleta antes da Copa de 2002, e se explicou aos jornalistas durante o treino do clube paulista, nesta quinta à tarde, na Academia de Futebol da Barra Funda.

Em meio à discussão sobre a participação da China na guerra civil de Darfur, no Sudão, o presidente dos Estados Unidos George W. Bush afirmou nesta quinta-feira que nada disso o impedirá de manter sua palavra e assistir à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. "Eu vou à Olimpíada. Vejo os Jogos como um evento esportivo", disse Bush à BBC. O presidente não quis comentar a saída do diretor compatriota Steven Spielberg da consultoria artística do evento. "É ele quem decide", Bush deu de ombros.
Assim, Bush deixou clara sua posição contra mais de 80 personalidades mundiais - incluindo ganhadores do prêmio Nobel da Paz, além de políticos, escritores, e atletas - que enviaram uma carta ao presidente chinês, Hu Jintao, criticando o papel do país na província sudanesa. Entre os críticos está Spielberg, que deixou o cargo nesta semana.
Enquanto Spielberg alegou que "sua consciência não permitiria continuar trabalhando para os Jogos" e prometeu "gastar seu tempo e energia não nas cerimônias olímpicas, mas sim na tentativa de acabar com os crimes contra a humanidade em Darfur", Bush disse ter uma "pequena diferença de plataforma política" em relação ao consagrado diretor.
"Não vou utilizar a Olimpíada como oportunidade de expressar minha opinião ao povo chinês de uma maneira pública, porque discuto esse assunto toda hora com Jintao", assegurou Bush. Mesmo assim, o presidente enfatizou a necessidade de frear o que qualificou de "genocídio" em Darfur. "Os Estados Unidos continuarão classificando o assunto como ele é, um genocídio", afirmou Bush.
De acordo com estimativas da ONU, mais de 200 mil pessoas já morreram nos confrontos entre as milícias árabes apoiadas pelo governo e os diferentes grupos étnicos de Darfur, que se estendem desde 2003.

Frustrado por andar atrás na classe Finn, o bicampeão olímpico Marcelo Ferreira encontrou uma maneira de deixar as regatas mais curtas. Ao invés de ir velejando para a raia de competição, montada na entrada da Baía de Guanabara, no Rio, a cerca de 40 minutos a vela do Iate Clube do Rio de Janeiro, ele resolveu pegar uma carona.
Nesta quinta-feira, colocou seu veleiro, de 145 quilos, em cima de um bote e foi, de motor, para a raia. Na foto você vê Ferreira de boné, no lado esquerdo, e o Finn, no centro da imagem.
Ferreira é o sétimo colocado na Seletiva Brasil de Vela e não tem mais chances de classificação na clase Finn para os Jogos de Pequim. O líder é o carioca Eduardo Couto, que pode confirmar a vaga nesta quinta.
Após a seletiva, Ferreira volta para a classe Star, para velejar ao lado do espanhol Roberto Bermudez. Ele conquistou três medalhas olímpicas na classe, ao lado de Torben Grael, que desistiu da campanha olímpica para dar a volta ao mundo na Volvo Ocean Race, como comandante do barco sueco Ericsson.
Diferentemente de Gustavo Kuerten, que fica até domingo, Larri Passos deixou a Costa do Sauípe nesta quarta-feira. O técnico, que se mostrou um incentivador do torneio, tem um assunto pessoal para resolver. Sua mulher está prestes a ter bebê, e ele precisa decidir o nome da criança.
Ao ser questionado de como se chamará, Larri soltou: “Sofia”. E depois emendou: “Mas estamos pensando em Sophie”. Por que o nome francês? Ora, é só relembrar a grande alegria que o técnico sente pela França, local onde viu o pupilo ser tricampeão de Roland Garros.
“É que ela foi concebida no final de maio, data de Roland Garros. Por isso quero homenageá-la”, esclareceu.

A foto quase extravasa os limites da tela do computador. Nela, o atacante brasileiro Ronaldo, ao chão, no exato momento em que rompeu completamente o tendão patelar. A expressão da dor assusta e se assemelha a de 2000, quando o jogador lesionou o joelho direito. Ao lado direito, três palavras em italiano compõem com a imagem, sintetizando tudo: “Milan, dramma Ronaldo” Assim está a página inicial da Gazzetta dello Sport, um dos principais veículos da imprensa esportiva italiana.
Até os espanhóis, que geralmente não dão muito espaço para as notícias ao redor da Europa, resolveram estampar o Fenômeno. Sempre sucinto, o Marca dizia: “Ronaldo se rompe”. Abaixo da foto em que o atacante chora, diversas análises e notícias dão conta da amplitude do fato.
O AS dizia “Ronaldo volta a lesionar-se com gravidade”, abrindo espaço para o comentário dos internautas e oferecendo um grande leque de notícias sobre o atacante.
Com a característica originalidade nas manchetes, o argentino Olé estampava: “Outra vez de molho”. Mas engana-se que os argentinos deram o maior destaque para o atacante brasileiro. A foto principal era da má estréia do River Plate na Copa Libertadores da América.
Já os ingleses demoraram a colocar a notícia do ex-melhor jogador do mundo. Enquanto na página dedicada ao futebol da BBC Ronaldo nem aparece. Na página geral, uma foto disputa espaço com as notícias do campeonato de rúgbi, o Six Nations. Já o The Guardian simplesmente ignorou o fato.
Considerado o especialista em colocar apelidos nos jogadores do Palmeiras desde o ano passado, o lateral-esquerdo Leandro revelou, após o treino desta quarta-feira, na Academia de Futebol da Barra Funda, como quatro de seus companheiros são chamados dentro do elenco.
“O Pierre é o pônei, o Makelele é a Daiane dos Santos, o Dininho é a Fátima Bernardes e o David é o Teletubies”, brincou.
Questionado sobre o apelido do técnico Vanderlei Luxemburgo, respondeu: “o Vanderlei é amigo, é parceiro...”
Mas, na seqüência, Pierre também entregou o colega: “o Leandro é o Buchecha, aquele cantor”.
Ou mora no Irã, ou o contrato é rasgado.
Foi mais ou menos isso que o Irã disse para o novo técnico da seleção de futebol do país, o espanhol Javier Clemente.
"Não aceitamos um treinador que vá e volte de avião. Se isso acontecer, seu contrato será anulado", ameaçou o vice-presidente do país, Mohammad Ali Abadi, à agência "Isna".
"Um treinador presente apenas quatro ou cinco dias antes de uma partida não pode alcançar os objetivos", completou.
Já o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Ali Kafashian, afirmou que há uma cláusula no contrato que prevê a residência do técnico no país.
"Esta estipulado no compromisso que ele voltará à Espanha duas vezes por ano e que, se desejar viajar mais vezes, deverá pedir permissão para nós."
Assim, cai por terra a idéia de Clemente, que pretendia continuar vivendo na Espanha. Agora, ou o treinador rasga ele mesmo o contrato, ou começa a olhar os classificados para arrumar uma casinha no Irã.
Mesmo sendo apaixonado por futebol e fiel torcedor do Cortinthians, Lula não conseguiu se conter ao lado de Nicolas Sarkozy e acabou deixando as mágoas das duas últimas Copas do Mundo de lado.
Depois que o chefe de Estado francês afirmou que não existem divergências entre ambos os países em assuntos internacionais, Lula encheu o ego dos franceses, dizendo que os únicos atritos entre Brasil e França dizem respeito ao futebol.
“Temos uma única divergência de fundo, que é a supremacia da França nas Copas do Mundo de 1998 e de 2006", disse referindo-se às derrotas do Brasil para a França na final do Mundial de 1998, na França, e nas quartas-de-final do Mundial de 2006, na Alemanha.
Ainda em tom diplomático, o presidente afirmou que o domínio francês está por acabar: "Mas vamos tentar reverter isso".

Sem dúvida, Gustavo Kuerten é a grande atração do Aberto do Brasil. Nesta segunda-feira, o seu jogo de duplas, a estréia na Costa do Sauípe, foi marcado para ser o último na quadra central. O público não o decepcionou. Esperou quatro jogos para ver o ex-número em ação em território nacional.
A espera, porém, demorou mais que se imaginava. Os jogos de Fabio Fognini contra Jiri Vanek e dos espanhóis Carlos Moyá e Santaigo Ventura foram em três sets e fizeram a torcida brasileira se entediar em alguns momentos.
As fotos acima foram tiradas perto da 0h, horário de Brasília, 23h horário da Bahia. Na partida de Moyá, que até contou com apoio dos brasileiros, pegadores de bola dormem nas arquibancadas. No público, dois jovens aproveitam para ver seus jogos deitados. O jogo de Guga começou por volta da 1h (horário de Brasília). Haja disposição!
Desejo de clubes e comissões técnicas, a construção de um moderno centro médico desperta também o interesse de jogadores. Enquanto a maioria das equipes nacionais apenas projeta no papel a possibilidade de contar com um complexo voltado ao tratamento físico no esporte, o lateral-direito Paulo César, do Toulouse, se orgulha em poder apresentar seu “Reffis” particular.
Paulo César, em companhia do fisiologista do Palmeiras Cláudio Pavanelli, ex-Santos, lançam nesta segunda-feira a clínica BeOne,
Como ocorre nos dois clubes paulistas, os idealizadores da nova clínica estudam trazer atletas da Europa para encurtar tempo de recuperação. "Qualquer jogador precisa pensar no futuro ainda durante a carreira", alerta, Paulo César, que planeja cursar Educação Física.
“Eu já tenho alguns amigos daqui da França que vão até a clinica para aprimorarem a parte física, além de atletas aí no Brasil. Nossa intenção é fazer o melhor para os atletas ou não interessados em treinar com qualidade. Gostei da idéia do Pavanelli em criar uma clínica, pois queria ter uma atividade assim que parar de jogar futebol”, diz o lateral empresário.

David Beckham é um homem bonito. Qualquer pessoa que tenha ouvidos para escutar os elogios femininos ao jogador inglês deve admitir isso. Mas reconhecer que ele é tão bonito a ponto de causar desmaios, para isso é preciso um pouco mais de analise e pesquisa.
Na madrugada de sábado para domingo, porém, o meia deu provas do poder de sua beleza em uma festa em Los Angeles. Tão potente quanto seu chute de direita, seu beijo fez uma fã desmaiar.
Segundo o site da revista people, durante a festa promovida pelo raper Jermaine Dupri antes da entrega dos prêmios “Grammy”, uma fã chegou perto do jogador e o meia, sempre simpático, tascou um beijo na bochecha da moça.
Os joelhos da garota começaram a tremer e ela desmaiou na seqüência. Beckham correu ao bar para pegar um copo de água, mas foi logo tranqüilizando: “Ela vai se recuperar”. E agora, você acha que o beijo de Beckham, esse da foto da agência AP aí em cima, é tão poderoso assim?

Dois ex-top 10 do ranking mundial resolveram treinar juntos neste sábado à noite na preparação para o Aberto do Brasil de tênis. De um lado, o chileno Nicolas Massu, medalha de ouro em Atenas-2004 e que já chegou à posição de nono do ranking naquele ano. Do outro, o argentino Guillermo Coria, ex-número três do mundo e que, em 2002, fez a final em Sauípe contra Gustavo Kuerten.
Aos 28 anos, Massu ainda mantém um posto respeitável de top 100 do mundo (é, atualmente, o 97 da lista). Já Coria, mais novo, com 26 anos, é um daqueles casos de perda de rumo na carreira. Conhecido como o Mago, pelos seus excelentes de desempenhos, o argentino não conseguiu voltar a velha forma depois de passar sete meses suspenso por um caso de doping e caiu vertiginosamente no índice da ATP.
No treino deste sábado, pouca coisa parece ter mudado na vida dos dois tenistas. Coria, com seu saque fraco e irregular, se mostrava bastante irritado. Massu usava sua força física para crescer no “amistoso”. Foi assim que venceu e deixou o argentino extremamente decepcionado no final (veja ele, à direita, na foto acima). Mesmo em treino, perder não é fácil. Ainda mais para ele que nunca foi derrotado por Massu no circuito (são 3 vitórias).
Coria, porém, tem um alento. Foi no Sauípe, em 2007, que Guillermo Cañas, também argentino e também um ex-suspenso de doping, venceu o Aberto do Brasil e deu um início a uma caminhada que levou-o ao top 20 do mundo.
Será que Coria e Massu conseguirão a mesma façanha de Cañas em 2008?