


Depois de Brasília, onde Lula posou em formação de time com os craques sobreviventes do título mundial de futebol de 1958, a festa pelas bodas de ouro passou neste domingo para Curitiba.
Tudo porque o filho sueco de Garrincha, Ulf Lindberg está na cidade a convite do Atlético Paranaense e irá dar o pontapé inicial no clássico Atle-Tiba deste domingo, data exata dos 50 anos da primeira Copa ganha pelo Brasil. Antes do evento, Ulf, fruto de uma noitada de Garrincha pelo país-sede daquela Copa do Mundo, foi visitar um bar no centro da cidade em homenagem a seu pai. O nome do estabelecimento é “O Torto”, em referência às pernas tortas do craque do Botafogo e da seleção brasileira. Nesse bar, entre 280 quadros com fotos do ponta direita, há uma que mostra Garrincha com a camiseta do Coritiba, data de 1969, quando ele vestia o uniforme do Coxa para um bate-bola. (Crédito da foto: Rodolfo Buhrer/Agência Estado)
Em tom de brincadeira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou Pelé durante a descontraída cerimônia que premiou os “Heróis de 58” em Brasília..
Segundo Lula, o Santos era um time pequeno em 1957, quando Pelé ainda estava despontando para o futebol nacional.
“O Corinthians tinha mais torcida que o Santos já em 57. Até o Jabaquara tinha mais torcida que o Santos”, justificou.
Muito bem humorado, o presidente Lula brincou com a platéia durante a solenidade que homenageou os “Heróis de 58” no Palácio do Planalto. Segundo o representante máximo do país, a queda para a Série B foi uma atitude de grandeza do Corinthians, seu time do coração.
“Foi importante o Corinthians ter caído para Série B, pois ele acabará ajudando a dar projeção para os times pequenos. Foi uma atitude de grandeza do Corinthians”.
Lula repetiu o que disse para o governador de São Paulo José Serra, palmeirense declarado, em um evento. “Outro dia o Serra zombou de mim dizendo que eu estava na Série B. Eu respondi para ele que caímos para poder conquistar um título que o Palmeiras tem e nós ainda não temos”.
As decisões da Eurocopa, entre Espanha e Alemanha, e da Copa Libertadores, entre Fluminense e LDU, foi assunto no treino do Palmeiras nesta quinta-feira. O técnico Vanderlei Luxemburgo se fez de comentarista e, além de prever a vitória de alemães e brasileiros, respectivamente, analisou cada um dos confrontos.
“A derrota do Fluminense [por 4 a 2] é um resultado que dá para reverter. Se tomar um gol pode complicar o jogo. Eles [Fluminense] têm condições de ficar com o título, mas não vai ser fácil. Já a Alemanha tem mais chegada e deve ganhar”, disse Luxemburgo, que ainda continuou a análise sobre a Eurocopa.
“Não sei qual foi o melhor jogador. Não vi ninguém se destacando. Falam muito daquele russo [Ashavin], mas está difícil ver um grande jogador hoje em dia”, completou o comentarista Luxemburgo.

Apresentado em sua nova equipe, o Dynamo de Kiev, da Ucrânia, o zagueiro Betão vislumbra sucesso em sua primeira oportunidade de atuar em um time do exterior. Como cartão de visita aos ucranianos, o ex-atleta do Corinthians e Santos se definiu como um "concreto".
"Eu sou forte como uma rocha", disse Betão em entrevista ao site oficial do Dynamo.
A estréia de Betão pelo Dynamo acontece nesta sexta-feira, em amistoso contra o Altach, da Áustria. O time rival tem um outro ex-jogador de Corinthians e Santos: o volante Zé Elias.
O jogo-treino da equipe reserva do Palmeiras contra o Ituano contou com uma ilustre presença. Os trabalhos desta quinta-feira foram acompanhados pelo ex-zagueiro uruguaio Dario Pereira, que representa a Traffic no time de Itu.
Parceira do time do Palestra Itália, a Traffic comanda o futebol do Ituano, que está se preparando para disputar a Série C do Brasileirão.
O Ituano estréia no Nacional no dia 6 de julho contra o Linense. A partida é válida pelo grupo 14, que conta ainda com Guarani e Madureira.
Não são apenas os jogadores que vivem o clima de decisão antes de uma final. Seus familiares também sofrem. Quem contou isso para a reportagem do UOL Esporte em Quito foi Andréa, mulher do capitão da LDU, Pato Urrutia, antes da final da Copa Libertadores contra o Fluminense.
“Sempre venho ver os jogos no estádio, mas essa é a primeira vez que fico nervosa desse jeito”, disse Andréa, com um simpático sorriso no rosto nas tribunas do estádio Casa Blanca, na capital equatoriana.
Quando questionada sobre a possibilidade do time equatoriano vencer o torneio continental, ela não mostrou muita confiança. “Não sei. Espero que sim”, completou, antes de presentear os repórteres brasileiros com uma bandeira do Brasil.
Depois de o sol ter aparecido durante quase todo o dia na cidade de Quito, uma forte chuva começou a cair na capital equatoriana no final da tarde. Mas nada que atrapalhe o ânimo da torcida da LDU para a primeira partida da final da Copa Libertadores contra o Fluminense.
Mais de duas horas antes do início da partida, que está marcado para as 21h50 (de Brasília), o estádio Casa Blanca estava praticamente lotado, com a torcida do time equatoriano já cantando de forma muito empolgada nas arquibacadas.
Assim como no Brasil, a capital do Equador também sofre com o problema dos cambistas. Mas em Quito, eles não têm muitos problemas para trabalhar. Anunciam sua mercadoria e o valor aos gritos, sem serem incomodados pela polícia local. Os preços também não são dos melhores. As entradas mais baratas, que nas bilheterias custavam US$ 30, saiam por US$ 50 no mercado paralelo.
E chuva fez outros dois produtos serem muito requisitados na porta do estádio Casa Blanca. Os ambulantes vendiam muitas capas de chuvas e guarda-chuvas. Mesmo com a grande procura, os preços não estavam salgados. O primeiro saia por US$ 1, enquanto os ‘paraguas’ eram vendidos por módicos US$ 2.
Apesar do clima de tranqüilidade, a polícia da capital equatoriana reforçou seu trabalho para a partida. Além de fechar as ruas próximas ao campo, destacou um efetivo de 850 homens para fazer o esquema de segurança dentro e fora do campo.
Nesta quarta-feira, o goleiro Marcos foi questionado por um repórter, na Academia de Futebol da Barra Funda, se incomoda ver a sua geração se aposentando. O jornalista argumentou que Cafu pendurou as chuteiras e o goleiro Sérgio disse que pretende parar em breve.
Sempre bem-humorado, o atleta de 34 anos respondeu, sorrindo: “minha geração o caramba... Engraçado que quando cheguei ao Palmeiras tinha 18 anos, e o Sergião tinha 23. Agora eu vou fazer 35 e ele fala que tem 37. Que conta é essa?”, brincou com o ex-colega de clube alviverde, hoje na Portuguesa e com 38 anos. “Perto do Cafu e do Sérgio, eu ainda sou uma criança.”
E o ídolo palmeirense não parou por aí. "Quando eu me aposentar, preciso arranjar um emprego bom. Quem sabe como auxiliar do Toninho [gerente de futebol do Palmeiras]. Só não posso parar e ficar em casa, vendo a mulher o dia inteiro, porque senão o casamento vai pro saco”, gargalhou.

(Foto: Jorge Corrêa/UOL Esporte)
Se até o dia anterior pouco se podia perceber de diferente, a quarta-feira na cidade de Quito amanheceu respirando a primeira partida da final da Copa Libertadores entre LDU e Fluminense. Se até terça-feira estavam guardadas, hoje os torcedores do time equatoriano tiraram as camisetas do clube da gaveta e fizeram questão de vesti-las antes de sair de casa.
Além disso, os carros também estão desfilando com bandeiras da LDU pelas ruas da cidade, e produtos (originais ou não) são vendidos em muitas esquinas da capital do Equador. Bandeiras, flâmulas, camisetas, bonés, gorros, e até pôsteres de campeão são comercializados.
A empolgação é tanta que até mesmo o estádio Casa Blanca já contava com uma grande movimentação quase sete horas antes do apito inicial do árbitro chileno Carlos Chandía. As ruas no entorno do campo foram fechadas e os portões foram abertos às 17 horas (de Brasília), para que não tenha confusão.
A final da Copa Libertadores está mexendo com a cidade de Quito. As pessoas na capital equatoriana estão confiantes de que a LDU pode dar ao país o primeiro título internacional de relevância. Mas em alguns momentos, essa comoção pode ser exagerada, ainda mais para um veículo de imprensa.
Antes da primeira partida da decisão do time equatoriano contra o Brasil, o tablóide “Últimas Noticias” usou de um recurso de gosto duvidoso para empurrar a LDU. Em sua capa, como podemos ver na reprodução acima, apresentou os seguintes dizeres: “Vamos Liga carajo!” (que não precisa de tradução para o português).
Nas páginas de dentro, o tom do jornal é um mais sério e polido. Eles lembram os confrontos das duas equipes na fase de grupos do torneio (0 a 0 em Quito, em 1 a 0 para o Fluminense no Rio de Janeiro), além de fazer uma retrospectiva dos maiores momentos da história do clube do Equador.
Enfim, um café da manhã normal
Depois de sofrer com o café da manhã do hotel na cidade chinesa de Ningbo, que servia macarrão, feijão e até batata frita, a seleção feminina de vôlei reencontrou a normalidade em Vinh Phuc, no Vietnã. A primeira refeição do dia na nova 'morada' das atletas têm os tradicionais pães, sucos, frutas e cereais, com os quais as meninas estão acostumadas.
Quem sabe o café mais 'light' dessa semana ajude o time a crescer na tabela do Grand Prix. O Brasil ocupa apenas a sétima colocação, fruto da derrota para a China e do jogo duríssimo contra a Alemanha, ambos na semana passada.

A diretoria do Palmeiras homenageou na manhã deste quarta-feira o cronista esportivo palmeirense Milton Peruzzi, que morreu em 2001. A sala de imprensa da Academia de Futebol da Barra Funda recebeu uma placa com o nome do jornalista.
Estiveram presentes no evento os vice-presidentes Paulo Nobre e Gilberto Cipullo, o diretor de futebol Genaro Marino e o presidente do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), Clemente Pereira Júnior.
"Para realizar essa homenagem, consultamos os membros do COF, e todos foram unânimes em aceitar que o nome do Milton Peruzzi representasse a nossa sala de imprensa”, comentou Nobre.
O técnico Vanderlei Luxemburgo também compareceu à homenagem, assim como a família de Peruzzi.
Milton Peruzzi comandou por muitos anos o "Mesa Redonda Futebol é com 11", na TV Gazeta de São Paulo, e o programa esportivo radiofônico "Disparada no Esporte", na Rádio Gazeta da capital paulista.
Crédito da foto: Carlos Padeiro/UOL Esporte

O músico espanhol Julio Iglesias, que está em uma turnê pela Rússia, deixou as canções de lado e afirmou nesta quarta-feira que deseja que a Espanha se imponha sobre os russos na semifinal da Eurocopa.
“Não sei se vou poder ver a partida, mas me interesso pelo resultado e entrarei em contato com meus amigos por telefone”, disse o artista durante uma coletiva de imprensa, em Yekaterinburgo. Ele se apresenta no mesmo dia do jogo.
Iglesias, que não é nenhum aventureiro no esporte e já foi goleiro juvenil do Real Madrid, preferiu ficar em cima do muro e não deu nenhum palpite para o confronto.
“A Rússia jogou magnificamente contra a Holanda, mas mal contra a Espanha (na primeira fase). Na partida de amanhã pode acontecer de tudo. Mas eu, evidentemente, quero que a Espanha ganhe”, disse o cantor.
Além disso, o músico se mostrou um pai-coruja e disse estar orgulhoso pela escolha de seu filho, Enrique Iglesias, para interpretar a canção oficial da Eurocopa - “Can You Hear Me” -, na final da competição, no dia 29, em Viena (Áustria).

Segundo informações divulgadas nesta quarta-feira pela Mastercard, patrocinadora da Eurocopa, as mulheres gastaram cerca de 140 milhões de euros (aproximadamente R$ 350 mi) durante a competição em transportes, alojamento, comida e souvenirs das equipes européias, como bandeiras, camisas e cachecóis.
Isso significa que as mulheres gastaram cerca de 4 milhões de euros (cerca de R$ 10 mi) por partida. Com isso, elas contribuíram com 10% de tudo o que for arrecadado com a Eurocopa.
Segundo o especialista em economia esportiva, Simon Chadwick, um dos autores do estudo, isso demonstra a crescente importância das mulheres na indústria futebolística, tanto pelos gastos com os produtos relacionados às equipes, quanto pelo que gastaram nas cidades onde as partidas foram realizadas.

(Fotos: Jorge Corrêa/UOL Esporte)
Aos 23 anos, o zagueiro Thiago Silva é considerado uma das principais revelações do futebol brasileiro nos últimos anos. No Fluminense, suas atuações o levaram à seleção brasileira, além de despertar o interesse de importantes clubes na Europa.
E esse momento do jogador terá reflexos até mesmo nas arquibancadas do estádio Casa Blanca, em Quito, nesta quarta-feira, quando o time carioca enfrenta a LDU pela primeira partida da final da Copa Libertadores desse ano.
Dois torcedores vindos do Brasil fizeram uma faixa homenageando o zagueiro, com sua imagem estilizada e os dizeres “melhor do Brasil”. Marcelo e seu filho Luís Felipe eram alguns dos torcedores do Fluminense que chegaram antes à capital do Equador para assistir a partida e acabaram comparecendo do treino do time.
Outro fato que mostrou a popularidade de Thiago Silva foi o assédio da imprensa local ao jogador. Último a conceder entrevistas nesta terça-feira, ele teve problemas para deixar o estádio olímpico Atahualpa, local do treino, pois repórteres e cinegrafistas o seguravam para conseguir uma declaração final.


O pivô Shaquille O´Neal irá perder sua insígnia especial de delegado do condado de Maricopa, no Arizona (EUA), por causa do linguajar que usou para zombar o ex-companheiro Kobe Bryant em um vídeo de rap.
Além de palavrões, o atleta do Phoenix Suns afirmou “Kobe, você não conseguiu sem mim”, em menção à derrota da semana passada dos Los Angeles Lakers para o Boston Celtics na final da NBA.
O xerife de Maricopa, Joe Arpaio, afirmou que o uso de palavras racistas de O´Neal na letra da música não o deixou com outra escolha. “Eu quero sua insígnia de volta. Se algum dos meus delegados fizesse algo do tipo, seria demitido. Eu não permito este tipo de conduta racial”, comentou Arpaio.
O´Neal é desafeto de Bryant desde a época em que atuaram nos Lakers. Juntos, eles conquistaram três títulos consecutivos da NBA, entre 2000 e 2002.
“Eu estava fazendo um freestyle, só isso. Era tudo por diversão, nada sério”, afirmou o pivô, mencionando o rap em que as letras da música são improvisadas na hora.

O treinador da seleção espanhola, Luis Aragonés, tem fama de ser supersticioso ao melhor estilo Zagallo de ser. Na próxima quinta-feira, a Espanha enfrenta a Rússia pelas semifinais da Eurocopa, porém, a ansiedade pré-jogo não é a única coisa que tem tirado o sono do treinador. Os espanhóis jogarão de amarelo, cor que não agrada nenhum pouco Aragonés, como informou o diário Marca.
Na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, o treinador rejeitou um ramo de flores, de cor predominantemente amarelo, de boas vindas na sua chegada a Dortmund.
Antes daquele mundial, o treinador também teve um incidente com o atacante Raúl. O capitão do Real Madrid chegou na concentração espanhola com uma camiseta amarela e Aragonés foi logo gritando: “Tira, tira!”
Resta saber se ele terá azar na semi. Ao menos já sabemos quais serão as lamentações do treinador em caso de vitória russa. Mesmo assim fica a dúvida: será que ele aceitaria o cargo de Dunga, como comandante da seleção “canarinho”?
A vela brasileira foi para Qingdao, na China, onde serão disputadas as regatas das Olimpíadas de Pequim, para treinar e conhecer a raia em condições parecidas com as de agosto. Os velejadores, porém, encontraram mais do que marés e ventos fracos. Bruno Fontes, da classe Laser, por exemplo, se perdeu no primeiro dia em que encontrou a neblina, que atrapalhou bastante a preparação brasileira.
"Para voltar para o clube, fomos no 'feeling' mesmo. Partimos na direção em que achávamos que estava a costa e, quando chegamos perto, fomos costeando até o clube. No visual, não dava para encontrar nada", diz o catarinense. Nos dias seguintes, ele não arriscou: velejou mais perto do clube sempre que a neblina caía.
Na expedição da vela brasileira na China, os velejadores ainda encontraram um mar verde, por causa das algas. Leia mais clicando aqui.

Além da própria LDU, adversário na primeira partida da final da Copa Libertadores, o Fluminense pode ter outro grande inimigo nesse jogo. Jogadores e comissão técnica sabem que podem sofrer na noite desta quarta-feira na cidade equatoriana de Quito com a altitude de 2.850m acima do nível do mar.
Mas pensando nos problemas que a equipe pode ter durante a partida, o departamento médico do Fluminense trouxe do Brasil alguns cilindros de oxigênio, como podem ser vistos acima (foto: Jorge Corrêa/UOL Esporte). Esses estavam à beira do gramado do estádio olímpico Atahualpa, local do primeiro treino do time em Quito.
A altitude dos países andinos é motivo de muita discussão desde o ano passado, quando o time do Flamengo sofreu com os 3.967m acima do nível do mar de Potosi, na Bolívia. Alguns jogadores tiveram de utilizar oxigênio durante a partida. O time carioca chegou a apresentar uma série de representações na Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para que a equipe não jogasse em locais tão altos.
No ano passado, o Fifa chegou a proibir que partidas internacionais fossem realizadas em cidades que ficassem a mais de 2.750m acima do nível do mar. Mas após muita pressão de países que sofreriam com esse veto (principalmente Bolívia, Peru e Equador), além do apoio da Conmebol, a entidade máxima do futebol revogou a proibição e prometeu um estudo sobre jogos de futebol em condições extremas, incluindo frio e calor.

O Fluminense pode começar a conquistar nesta quarta-feira seu título mais importante de sua história. O time carioca faz a primeira partida da final da Copa Libertadores contra a LDU, em Quito. Mas seus adversários estão cientes de seu momento ruim no Campeonato Brasileiro deste ano.
O jornal ‘Hoy’ da capital equatoriana trouxe em toda a primeira página de seu caderno de esportes desta terça-feira uma reportagem de apresentação do time brasileiro. Um dos destaques foi a situação da equipe na competição nacional, onde é o lanterna com apenas dois pontos, dentro da zona de rebaixamento.
“Fluminense, entre o céu e o inferno”, como podemos ver acima, na reprodução do diário equatoriano.
Mas a reportagem não traz apenas o momento ruim do time no Nacional. Eles falam dos pontos fortes do Fluminense, representados pelo bom toque de bola imposto pelo técnico Renato Gaúcho.
De jogadores, eles destacam o meia argentino Dario Conca, como “cérebro da equipe”, a segurança do zagueiro Thiago Silva (na foto da reprodução acima), que também tem um “potente cabeceio”, além do atacante Washington, “perigoso artilheiro com muita força do jogo aéreo”.
Após a vitória por 1 a 0 sobre o Sport Recife no último sábado, os jogadores do São Paulo receberam dois dias de folga.
A equipe de reapresenta somente nesta terça-feira, às 9h, quando inicia a preparação para a partida de domingo, contra o Cruzeiro, no Mineirão.
Apenas os zagueiros Alex e Rodrigo, além do meio-campista Kaká, estiveram no Centro de Treinamento da Barra Funda nesta segunda-feira.
Alex está em fase final da recuperação de lesão no ligamento do tornozelo direito, enquanto Rodrigo recupera-se no Reffis de uma fratura no braço direito. O meio-campista Kaká também segue sua recuperação no clube, tratando uma lesão no joelho esquerdo.


Dentinho apareceu na sala de imprensa do Corinthians nesta segunda-feira exibindo seu novo amuleto: uma corrente com um pingente exibindo ele e a namorada Dalyléia, que estão juntos há dois anos e cinco meses.
“Nos conhecemos antes do futebol, lembra disso aí”, divertiu-se o atacante, lembrando que o romance começou antes de ele ser levado para o time profissional do Corinthians. A corrente de Dentinho é nova: “Dei para ela no dia dos namorados [no último dia 12]”.
Na semana passada, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos em Pequim reuniu a imprensa no hotel Gehua, na capital chinesa, para esclarecer questões sobre o trânsito da cidade durante o evento.
Mais do que a estratégia apresentada para diminuir congestionamentos, o que chamou a atenção da imprensa internacional foi um panfleto distribuído pelos assessores.
Tratava-se de um comunicado aos jornalistas de que qualquer menção ao hotel poderia rendê-los 100 yuan (cerca de 15 dólares). Um artigo positivo de até 500 palavras sobre o conforto do estabelecimento valeria 500 yuan de hospitalidade ao repórter, enquanto que para 1.000 palavras escritas eram oferecidos 1.000 yuan – cerca de 145 dólares.
O Gehua New Century Hotel se apresenta como o “primeiro cinco estrelas da China com enfoque cultural voltado para a mídia”. E a mídia voltada para o hotel poderá estar entre os cerca de 10 mil jornalistas não credenciados pelo Comitê Olímpico Internacional que irão a Pequim. Isso porque o hotel foi escolhido para abrigar uma sala de imprensa para os repórteres não credenciados pelo COI.
Os cachês, no entanto, são idéia do pessoal de relações públicas do hotel. “Precisamos aproveitar as Olimpíadas para divulgar o hotel. Entendemos que é diferente do protocolo internacional (o pagamento por matérias), mas foi uma decisão do marketing, e não da diretoria do hotel”, explica à Reuters o gerente de RP do Gehua, Zhao Xiaoda.
É tido como comum na China o “reembolso” por coberturas jornalísticas, pago em muitos casos por donos de minas de carvão e até mesmo por policiais querendo repercutir seus casos. O Hotel Gehua, por sua vez, nem vai precisar de jabá para lotar os seus 353 quartos a partir de 8 de agosto.
No mesmo dia em que comandou a seleção brasileira olímpica na vitória por 1 a 0 sobre um combinado do estado do Rio de Janeiro, o técnico Dunga seguiu sendo lembrado por seu trabalho à frente do time nacional. Mas não apenas quando a torcida vaiou o time sub-23 do Brasil. A ‘fritura’ do treinador já saiu do território brasileiro.
O jornal ‘El Universo’, um dos mais importantes de Quito, capital do Equador, publicou um artigo assinado pelo jornalista local Jorge Barraza, onde ele critica a maneira com que Dunga está colocando a seleção brasileira para jogar. “O Brasil continua praticando o mesmo futebol tedioso e retranqueiro”, disse.
O jornalista também usa estatísticas de jornais brasileiros que mostram que a maioria das pessoas quer a saída do treinador, lembrando que muitos torcedores que compareceram ao estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, no empate em 0 a 0 na última quarta-feira chamaram Dunga de “burro”.
Ídolo da torcida palmeirense, o goleiro Marcos foi homenageado no último sábado por um grupo de torcedores alviverdes no hotel onde a equipe estava hospedada antes da partida contra o Vasco.
Animados com a presença do goleiro do Palmeiras, alguns torcedores aproveitaram para vestir uma camisa com um símbolo escrito ‘Devotos de São Marcos’. A expectativa da torcida era levar também uma bandeira com a imagem do arqueiro, mas ela não ficou pronta a tempo.
O camisa 1 palmeirense se emocionou com a homenagem feita e chegou até mesmo a chorar. Marcos aproveitou a homenagem para tirar fotos com os torcedores e distribuiu autógrafos para os fãs.